Treza@blogs.ao @ 13:57

Sex, 17/09/10


 



 



 


A exposição em Lisboa não faz justiça à publicidade. As luzes, demasiado fortes potenciavam o reflexo da parede oposta. A galeria em si, para expor pintura ou fotografia, deixa muito a desejar. É um local pitoresco e acolhedor, mas para expor outro tipo de arte. Para além do espaço de observação de uma imagem nunca ser mais de cerca de metro e meio de distância, grande parte das mesmas têm apenas alguns centímetros, sendo impossível um ângulo em que não vejamos a nossa própria cara, ou a de alguém a tentar o mesmo, ou, nos locais mais espaçosos, os quadros das paredes opostas. A gota de água foi a sala onde decorria em loop o documentário de Sérgio Guerra, que se apresentava com um televisor caseiro de ecrã virado para uma marquise cheia de luz... exacto, mal se conseguia ver a imagem...


 


Mas a Galeria Perve conseguiu ir ainda mais longe: andavam homens a fazer reparações no espaço, indo com frequência ao recanto formado pelas escadas (que se desciam para ver o documentário), tendo sido o momento em que ficaram ali, mesmo ao lado da televisão a conversar ante o pasmo (e o silêncio!) de quem tentava (em vão) ouvir o mesmo e se perguntava que raio estariam aqueles dois a fazer ali. No fim, o responsável não se mostrou receptivo às observações, chegando à rudeza de simplesmente virar costas. Ficou esclarecido: Um grande fotógrafo e uma grande obra, que mereciam uma galeria a sério para mostrar este trabalho...



Trêza @ 17:47

Sab, 09/10/10

 

Oppositorium . Não sei o que é. Não fui pesquisar apressadamente porque não desperta interesse. Lembra Supositorium , e só por aí se vê a brilhante inteligência que abunda em certas mentes.

Chamar-me menina quando não sabe a minha idade (e olhe que as aparências enganam e muito!) é uma atitude pouco cuidada para quem se mostra tão sábio e, julgava eu que consequentemente, educado. Mas não.

Queira também compreender que é rude tratar alguém pelo nome escrevendo-o sem maiúscula no início e, ainda por cima, escrevendo-o com má ortografia. Julgo tratar-se de um lapso que a sabedoria saberá perdoar, claro.

Mas vamos prolongar a lição de hoje: "a sapo" não existe. Existe O SAPO. São siglas. Serviço de Apontadores Português. E ainda neste contexto, e por mais que não esconda ser colaboradora do SAPO Internacional (http://internacional.sapo.pt), este é um blog pessoal que em nada reflecte qualquer postura ou parecer daquela entidade.

Finalmente, permita-me discordar da referência a atrevimento, para o que o convido a ler o artigo dezanove deste documento.

E, na sequência do contexto do artigo referido anteriormente, e por este um blog pessoal, fica o Exmo. Sr. Anónimo sabendo que para voltar a comentar, terá de se registar, e se continuar com o seu fel pessoal canalizado ao meu Mwangolé?, moderar-se-ão os comentários para efeitos de manter o ar fresco que por aqui se respira.

Tudo começou no dia em que ouvi pela primeira vez a palavra Mwangolé. Desde então tenho descoberto coisas surpreendentes que partilho aqui. (Imagem do cabeçalho: Alberto Afonso)
comentários recentes
O "documento" em falta:Declaração Universal dos Di...
Oppositorium . Não sei o que é. Não fui pesquisar ...
Vim aqui parar sem saber bem como... mas parece-me...
Posts mais comentados
9 comentários
6 comentários
6 comentários
blogs SAPO